não se prende a língua,
terça-feira, 1 de abril de 2008
3
penso que não há por que ser refém do gosto.
como não há motivos para pelo limite se apegar à linha.
penso que não há por que ser refém da língua.
o estreito do discurso linear não me deixa passar.
por isso e por outros é justo que eu pense.
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